segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Pare um momento e pense em alguns fatores que, em sua opinião, são fundamentais para o sucesso. Pronto? Com certeza na sua lista você deve ter citado itens como força de vontade, talento, lealdade, capacidade intelectual, boa formação... No entanto, nada disso funcionará sem a perseverança. Claro que todos esses itens são importantes, mas se desistir no primeiro obstáculo nada disso será válido.

Se olhar atentamente a biografia de pessoas bem sucedidas fica claro que a perseverança está sempre presente. É essa característica que nos faz prosseguir quando a maioria já desistiu, que a leva a vencer onde outros fracassaram e a tornar possível o que para muitos é impossível. Contudo não se deve confundir a perseverança com a obsessão. Há momentos em que é preciso avaliar objetivos e métodos, escolhas e caminhos e isso não significa inconstância, sim um sinal de maturidade e crescimento. Se a perseverança é fundamental, permanecer no erro é obsessão.

 Um exemplo de perseverança é Nelson Mandela, que reescreveu seu destino muitas vezes, mas alcançou o seu objetivo. O sul-africano nasceu em uma área rural e muito provavelmente seguiria o destino de seu pai: ser agricultor e cuidar de um rebanho. No entanto, com a morte de seu pai Mandela foi viver com um familiar que era líder tribal. Insatisfeito com as regras dali, mudou-se para Joanesburgo onde se tornou um aprendiz em um escritório de advocacia. Foi aí que se envolveu nas lutas estudantis contra o Apartheid, o regime segregacionista que vigorava na África do Sul. Ali a minoria branca dominava e oprimia a maioria negra. Mandela ficou preso por 27 anos e se transformou em um símbolo pela luta contra o regime violento e preconceituoso que vigorava em seu país. Sua prisão gerou protestos em todo o mundo e devido às pressões internas e internacionais Mandela foi solto e eleito como presidente.

A perseverança é mais do que uma qualidade: é um princípio. A firmeza e a constância nos propósitos e nas ações fizeram Nelson Mandela prosseguir em sua luta contra um regime opressor e sair-se vitorioso. Vemos que as figuras bem-sucedidas perseveram porque sabem que a transformação que almejam é um processo cuja consolidação requer tempo, paciência e empenho contínuo. Elas passam por uma transição.

Existe uma diferença entre transição e mudança. A transição é um processo no qual um sistema é substituído por outro. E, como todo processo, tem seu tempo de maturação para que as transformações possam ser absorvidas e incorporadas por todos. Nesse sentido, a mudança passa a ser vista como um aspecto da transição. O objetivo da transição não é simplesmente mudar, mas garantir que as mudanças conduzam à ruptura de hábitos, tradições, mentalidades ou estruturas prejudiciais, obsoletos ou improdutivos, implantando no lugar disso, um sistema mais benéfico e produtivo.


quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Terá que se virar nos trinta

A situação do prefeito de Felipe Guerra, Haroldo Ferreira (PROS), em relação aos apoios de aliados para seus deputados nas Eleições deste ano, não é nada do que ele imaginava que seria. Sem o "faz-me rir" ($) para compartilhar com vereadores aliados, estes estão partindo pro individualismo, cada um pensando em si e buscando apoiar seus próprios candidatos. Para evitar a debandada o senhor prefeito terá que se virar nos trinta. 

Fiel, firme e forte com Larissa e Sandra

O primeiro vereador a fazer frente a debandada, dentro do grupo do prefeito de Felipe Guerra, Haroldo Ferreira (PROS), em relação aos apoios para deputados, foi Otoniel Maia (PROS), que não cedeu a pressão do governo municipal, e segue fiel, firme e forte com a deputada estadual, Larissa Rosado (PSB), e, com a deputada federal, Sandra Rosado (PSB).

Passou os pés pelas mãos

O ex-prefeito Braz Costa (PMDB), "passou os pés pelas mãos" ao anunciar apoio aos deputados Gustavo Fernandes e Walter Alves, sem antes consultar demais lideranças que compõem o grupo oposicionista. Pensando nos destinos políticos do grupo, algumas lideranças prometem acompanhar o ex-prefeito. Porém a insatisfação em relação as escolhas, é generalizada e muitas lideranças estão se agrupando para apoiar outros nomes.  

Aparentemente neutro

O ex-prefeito Hulgo Costa (PTB), umas das principais lideranças do grupo oposicionista na cidade, que já havia anunciado apoio ao candidato ao governo, Robinson Faria (PSD), recentemente voltou atras, rasgou os adesivos que haviam em seus automóveis, e atualmente sua posição em relação as Eleições deste ano é desconhecida. Nem deputados, nem senador (a), nem governo. Visivelmente insatisfeito e aparentemente neutro.

Indeciso e desconfiado

O ex-prefeito Reginaldo Pascoal (PSD), importante liderança política do município, a princípio chegou à empolgar-se para apoiar o governadorável Robinson Faria (PSD). Depois de meses tentando sem êxito, assumir o comando do PSD na cidade, recuou. Reginaldo, atualmente, além de estar bastante indeciso no que diz respeito as Eleições deste ano, está também desconfiado que pode estar sendo vítima de algum boicote. 


Betinho Segundo? Felipe Maia? Ou Fafá Rosado?

Este é o dilema vivenciado pelo presidente do Democratas no município de Felipe Guerra, ex-vereador Joel Canela, pela sua filha, vereadora Joedna Canela (DEM), bem como o ex-vice-prefeito Chicão (PSC). Ambos já declararam apoio ao governadorável Henrique Alves (PMDB), acompanhando o senador José Agripino Maia (DEM), que insiste no apoio destes, para a reeleição do seu filho, Felipe Maia (DEM), deputado federal. Porém as lideranças felipenses estão confusas, em função da velha afinidade que estes gozam com o deputado federal, Betinho Rosado (PP), que impedido de ser candidato a reeleição, lançou seu filho, Betinho Segundo (PP). Como se não bastasse tanta pressão, há também a candidatura a deputada federal, da ex-prefeita de Mossoró, Fafá Rosado (PMDB), que é esposa do deputado estadual e candidato a reeleição, Leonardo Nogueira (DEM), apoiado em Felipe Guerra, pelas mesas lideranças. 

Firmes nos propósitos para o futuro de Felipe Guerra

Mesmo sofrendo ações desrespeitosas, enfrentando subestimações e manobras políticas maldosas, seguimos em frente, firmes nos propósitos que temos, voltados para o futuro da nossa amada Felipe Guerra. Com muito jogo de cintura, ousadia, capacidade de superação e inovação, estaremos anunciando ainda nessa semana, nossas decisões políticas para as Eleições desse ano. Mudanças importantes foram adotadas para o fortalecimento do nosso projeto. Desde já, eu, Erinaldo Silva, agradeço de coração aos amigos que não me deixaram na mão nesse momento tão importante da nossa caminhada. Na hora certa nossos subestimadores, nos conhecerão realmente. 


É muito comum ouvirmos que todos os políticos são iguais e que o voto é apenas uma obrigação. Muitas pessoas não conhecem o poder do voto e o significado que a política tem em suas vidas.

A importância do voto

Numa democracia, como ocorre no Brasil, as eleições são de fundamental importância, além de representar um ato de cidadania. Possibilitam a escolha de representantes e governantes que fazem e executam leis que interferem diretamente em nossas vidas. Escolher um péssimo governante pode representar uma queda na qualidade de vida. Sem contar que são os políticos os gerenciadores dos impostos que nós pagamos. Desta forma, precisamos dar mais valor a política e acompanharmos com atenção e critério tudo que ocorre em nossa cidade, estado e país.

O voto deve ser valorizado e ocorrer de forma consciente. Devemos votar em políticos com um passado limpo e com propostas voltadas para a melhoria de vida da coletividade.

Como votar conscientemente

Em primeiro lugar temos que aceitar a ideia de que os políticos não são todos iguais. Existem políticos corruptos e incompetentes, porém muitos são dedicados e procuram fazer um bom trabalho no cargo que exercem. Mas como identificar um bom político?

É importante acompanhar os noticiários, com atenção e critério, para saber o que nosso representante anda fazendo. Pode-se ligar ou enviar e-mails perguntando ou sugerindo ideias para o seu representante. Caso verifiquemos que aquele político ou governante fez um bom trabalho e não se envolveu em coisas erradas, vale a pena repetir o voto. A cobrança também é um direito que o eleitor tem dentro de um sistema democrático.

Durante a campanha eleitoral


Nesta época é difícil tomar uma decisão, pois os programas eleitorais nas emissoras de rádio e tv parecem ser todos iguais. Procure entender os projetos e ideias do candidato que você pretende votar. Será que há recursos disponíveis para que ele execute aquele projeto, caso chegue ao poder? Nos mandatos anteriores ele cumpriu o que prometeu? O partido político que ele pertence merece seu voto? Estes questionamentos ajudam muito na hora de escolher seu candidato.

Conclusão

Como vimos, votar conscientemente dá um pouco de trabalho, porém os resultados são positivos. O voto, numa democracia, é uma conquista do povo e deve ser usado com critério e responsabilidade. Votar em qualquer um pode ter conseqüências negativas sérias no futuro, sendo que depois é tarde para o arrependimento.


segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Entre a grande e a pequena política
O espaço político é sobretudo o ambiente do diálogo, cuja principal premissa é o respeito à pluralidade de opiniões e a garantia da igualdade de direitos e condições de expressá-las. É como espaço equânime de conversação que a política consolida a sociedade como uma comunidade da discordância e uma coletividade de assuntos discutíveis. É preciso, então, garantir espaços legítimos abertos ao debate e à discussão das ideias que orientam a sociedade em direção ao cumprimento desse que era, para Aristóteles, o sumo bem da vida política: a conquista da felicidade, que é sempre um bem coletivo.
Eis a definição exata daquilo que poderíamos chamar de “grande política” e que, nessa medida, diverge da atividade minúscula da “pequena política” que se perpetua em Felipe Guerra, atrelada aos assuntos menores e ao jogo de interesses que transforma o espaço da conversação em mero subterfúgio midiático, fazendo com que o diálogo perca em conteúdo e se reduza à moralização dos discursos ao nível do vexatório. Nesse campo, valem mais as acusações e a depreciação do adversário do que o debate das diferentes posições. Aparece mais a indecorosa intenção de enganar a opinião pública do que a de esclarecê-la. O diálogo, assim, perde a sua eficácia porque a notabilidade retórica que beneficia apenas uma parte dos falantes enfraquece o conteúdo da fala, que é de interesse de toda a sociedade. Não raro, nesses casos, sobram confusão conceitual, afirmações depreciativas e falsificadas, argumentos dogmáticos, fundamentalistas e superficiais, tudo de que o verdadeiro diálogo deve prescindir. 

Esquentando o campo político local
Está o programa denominado "Espaço Livre" apresentado todos os domingos, a partir do meio dia, na FM Liberdade 104,9 pelos amigos, Geraldo Fernandes e Gleicigene Bezerra. Nem um pouco imparcial, os âncoras usam de vários artifícios midiáticos para encher a bola do atual prefeito do município, Haroldo Ferreira (Pros), ao mesmo tempo em que não medem esforços para desgastar ainda mais a Oposição. Isto tem gerado desconforto no grupo oposicionista, onde alguns políticos tentam reagir, antes que sejam "nocauteados" com umas verdades relacionadas à gestões anteriores, as quais aquele grupo preferia que nunca fossem ditas. 

Atacando por todos os lados
Como se não bastasse o bombardeio partindo das ondas sonoras da FM Liberdade, os amigos Geraldo Fernandes e Gleicigene Bezerra, assinam colunas no mais acessado blog da cidade, o Pindoba Notícia, onde as linhas editoriais das colunas, não são diferentes da linha editorial do programa de rádio. Assim estes se utilizam também da eficiência da comunicação virtual, e seguem atacando por todos os lados. 

Só lhes falta a imparcialidade
Para os dois ousados formadores de opiniões conquistarem o pleno respeito e prestigio da sociedade felipense. Precisam entender que cada moeda tem dois lados, e assim analisar e discutir também, de forma clara e direta, erros da atual gestão. Sabemos que ninguém é 100% imparcial, mas também não precisaria serem 0%. 

Oposição sem líder e sem rumo
O precioso tempo está passando e as peças não se encaixam na nova Oposição da política felipense. A inexistência de um líder na condução do grupo, dar lugar a uma total divergência de opiniões e ausência de entendimentos, que imobiliza qualquer avanço daquele grupo, no que diz respeito as Eleições 2016. Quando no poder haviam disputas entre alguns pela liderança e pelo poder das tomadas de decisões daquele grupo. Hoje, sem o poder, sem os conhecimentos e a articulação necessária para fazer oposição, o titulo de líder daquele grupo virou um fardo tão pesado que ninguém se habilita carregar. 

Não decolou e pelo visto não irá decolar
A gestão "Construindo e Inovando", à frente o prefeito Haroldo Ferreira (Pros). Preso a política pequena, o gestor já caminha para concluir metade do seu mandato, e até agora não realizou, aliás se quer anunciou, a realização de alguma obra estruturante no município, cuja o mérito seja verdadeiramente seu. Até mesmo as obras do governo federal, cujas execuções estão sob sua responsabilidade, como as UBS's, seguem a passos de tartaruga. Até aqui segue um governo sem identidade. Ficamos na torcida para que o quadro seja modificado. 


quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Se por um lado é de dar dó a incapacidade de fazer oposição, do grupo comandado pelos ex-prefeitos Braz Costa e Hulgo Costa, por potro lado é espantosa a decadência precoce que assola o governo comandado pelo senhor prefeito, Haroldo Ferreira (PROS). 

Se hoje os ex-gestores não detém condições morais para se quer fazer uma oposição contundente, isso se da como um estado terminativo daquilo que partiu de uma decadência. Gerada à partir do auto-endeusamento daqueles gestores, que se achando autossuficientes em "poder", liderança, capacidade e etc. isolaram-se em um pseudo mundo de ilusões e fantasias, que no primeiro choque de realidade, levou-os do poder (que emana do povo), ao fracasso absoluto. 

Hoje eu vejo o meu Líder de outrora, trocar o nosso projeto de mudança, por mais do mesmo. Vejo o nosso gestor trocar as valiosas orientações dos poucos, em meio a sua equipe administrativa, capazes de contribuírem realmente com a execução do projeto de mudança, pela companhia inútil de meia duzia de acéfalos parasitas, que nada têm a oferecer em prol do bem comum e da gestão.

O filme se repete e só mudamos os personagens. O governo engessou em meado, soluções não se avista, atitudes cabíveis e necessárias, muito menos. Sorte que ainda não há uma Oposição. Ainda! 



Em mais um ano de Eleições eu gostaria de propor uma reflexão para o povo felipense. Que possamos refletirmos sobre as escolhas políticas daqueles que se dizem nossas lideranças. 

Por exemplo: Quais critérios foram utilizados pelos ex-prefeitos, Braz Costa (PMDB) e Hulgo Costa (PTB), que irão votar em Gustavo Fernandes (PMDB), para deputado estadual? É sabido que nas Eleições 2010, Gustavo Fernandes recebeu o apoio do ex-prefeito Hulgo Costa e de parte da antiga situação. Ao longo dos últimos quatro anos, tal deputado, eleito, se quer visitou a cidade de Felipe Guerra em uma data comemorativa. Tal deputado, jamais requereu, através da Assembléia Legislativa do RN, qualquer benefício para o nosso município. Aliás, se quer atendia ligações de seus apoiadores locais. Recentemente foi recebido com um banquete na comunidade do Brejo, pelo mesmo grupo político, que sem delongas, declarou novo apoio a Gustavo Fernandes (PMDB). 

O que dizer da insistência do ex-prefeito Braz Costa e grande parte do grupo oposicionista, que vão de Walter Alves (PMDB), para deputado federal? 'Waltinho' de Garibaldi, que já recebera o apoio incondicional daquele grupo político, para deputado estadual, em outras eleições, e nunca destinou qualquer benefício ao nosso município. Aliás este se quer fora solidário com seus fiéis aliados políticos locais, quando estes mergulharam de cabeça, no fracasso político. 

Lá pras bandas da Situação, o que justifica o apoio do atual prefeito, Haroldo Ferreira (eleito pelo PSD, hoje filiado ao PROS, seguido pelos seus liderados), ao deputado estadual Ricardo Mota (PROS)? Agora tentemos compreender o apoio dos mesmos, ao candidato a deputado federal, Rafael Mota (PROS). 

Quanto ao estadual, Ricardo Mota, com o qual o prefeito Haroldo Ferreira tem compromisso desde que assumiu o governo municipal, em 2013, nunca requereu qualquer benefício para o município de Felipe Guerra. Quanto ao federal, Rafael Mota, temos que perguntar: quem é tal candidato? O que este representa para nosso município? 

Dadas as circunstâncias, só nos resta concluir que tais escolhas se deram em função de meras conveniências pessoais. Que os interesses públicos do nosso município estão esquecidos. 

Misericórdia para os bobos da corte que aplaudem de pé, tais péssimas escolhas! 


Há alguns dias cheguei a anunciar à paralelização definitiva das atividades realizadas neste espaço. Uma decisão difícil, mas que eu entendia se fazer necessária, dadas algumas circunstâncias. Como por exemplo: A omissão da grande maioria da nossa sociedade em relação aos problemas e as discussões que aqui vinhamos apresentando. As fortes retaliações por parte de determinado grupo político, que já me renderam 13 (treze) processos judiciais, os quais enfrentei e venci, quase que solitariamente, todos os que até aqui foram julgados.

Desde à paralisação eu vinha resistindo a uma aclamação popular, das muitas pessoas que ao longo dos últimos anos, se identificaram e prestigiaram o trabalho aqui realizado, sempre com muita responsabilidade e imparcialidade. No entanto é chegada uma situação onde não da para agir covardemente, deixando de atender a aclamação daqueles que por mais de 4 (quatro) anos me prestigiaram. Por isso, declaro reativo o Blog do Erinaldo Silva.

Por fim quero apenas assegurar que, à essência que por anos rende creibilidade a este espaço, será mantida. Quero reiterar ainda que não estou aqui para defender a volta de grupos e/ou famílias responsáveis por gestões desastrosas do nosso passado político. Bem como não estou aqui para bajular e/ou fazer uma oposição radical ao atual governo municipal. Estou aqui para, com uma total imparcialidade, dar vez e voz a sociedade felipense, conforme fizemos em outrora.

Desde já agradeço a todos que voltarem a fazer a leitura diária neste espaço.


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